www.w73.com - seu site de viagem
Início do W73 Início do W73 Sugestões para o W73 Encontre gente de todo Brasil Turismo para Crianças Turismo Rural Turismo para sua Saúde Turismo Religioso Turismo Profissional Turismo de Lazer Turismo de Estudos Turismo de Esportes Ecoturismo Turismo Cultural Turismo de Bem-Estar Turismo de Aventura

Links Equipamentos Calendário de Eventos Aventuras Internacionais Agências de Viagem Acomodação Início do W73 Aventura

Amazônia


Abertura Produções

Tem uma sugestão para incluir nesta página? Envie um email para o W73: w73@w73.com.

 


Amazônia, ampla região natural que se estende entre o maciço das Guianas e o Planalto Brasileiro, e desde o Atlântico até os Andes, na América do Sul, com uma superfície de 7 milhões km² compartilhada pelo Brasil (em sua maior parte), Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.

Tudo na Amazônia é superlativo: a maior floresta tropical úmida do mundo se encontra em torno da mais extensa rede fluvial do planeta, que por sua vez movimenta o maior volume de água doce disponível na Terra. Ao desembocar no Atlântico, o rio Amazonas tem um caudal de 100 mil m³ por segundo, causador do fenômeno conhecido como pororoca, e a evaporação de parte desse líquido é responsável pelas abundantes chuvas (em torno de 2.500 mm ao ano) que garantem a sobrevivência da vegetação (ver “Ciclo da água”, em Água).

Em linhas gerais, a região amazônica corresponde à bacia do Amazonas e seus mais de mil afluentes; mas a parte sul dessa rede fluvial está numa outra região natural, a do cerrado do centro do Brasil (ver Campos abertos), enquanto a maior parte da bacia do Orinoco e dos rios das Guianas tem características amazônicas. A inclusão da extensa região dos cerrados do centro do Brasil na área amazônica é produto do conceito de Amazônia Legal, estabelecido pelo governo brasileiro em 1966, que considera parte dos estados do Maranhão e Mato Grosso, bem como a totalidade do estado de Tocantins, como integrantes daquela região, com a finalidade de que também se beneficiassem dos incentivos fiscais criados para os estados realmente amazônicos.

Sua conformação física corresponde à sua origem sedimentar, alimentada pela erosão dos últimos contrafortes andinos e dos dois antigos escudos pré-cambrianos (o maciço das Guianas e o Planalto Central do Brasil) que a definem, ao norte e ao sul. O resultado foi uma amplíssima depressão com um ligeiro caimento para o leste, que explica as numerosas curvas dos rios amazônicos e o caráter inundável da maior parte do território.

Se vista de um avião a Amazônia parece um imenso tapete verde bastante homogêneo; por baixo das copas das árvores se distingue uma diversidade que é condicionada pela relação entre o terreno, a vegetação e as águas, além de evidenciar a existência de vários “andares” de vegetação, cada um com características próprias bem marcadas.

A chamada várzea alta ou pestana é substituída pelas terras que só são inundadas nas enchentes excepcionais e, por contar com os solos de melhor qualidade, é a parte mais habitada da floresta.

As várzeas são aquelas áreas que permanecem inundadas durante quatro ou cinco meses por ano, na estação das chuvas, o que limita consideravelmente sua utilização econômica, enquanto os igapós, ou floresta inundada, correspondem às áreas que, mesmo ocupadas por vegetação arbórea, permanecem sob as águas a maior parte do ano (nove a dez meses).

Além dessas diferenças, em vários setores aparecem terras altas de pouca fertilidade que são ocupadas por campos abertos com vegetação de transição, como os lavrados de Roraima e os llanos da Colômbia e a Venezuela, verdadeiras ilhas de pradaria em meio à exuberância vegetal da floresta.

Essas características, que por um lado alimentam a enorme biodiversidade da região, que conta com mais de 60 mil espécies só de árvores, por outro lado determinam a considerável fragilidade dos ecossistemas amazônicos. As árvores gigantescas (algumas ultrapassam os 100 m de altura) vivem muito mais do húmus produzido pela vegetação em decomposição do que dos nutrientes dos solos pobres, que seriam rapidamente degradados se privados de sua cobertura vegetal.

A ocupação humana, que se intensificou na segunda metade do século XIX durante o chamado “ciclo da borracha”, não ameaçava diretamente aquele equilíbrio uma vez que não precisava retirar as árvores; a economia coletora dos seringueiros, assim como a extração das chamadas “drogas do sertão”, destinadas à produção de medicamentos, harmonizava-se com o equilíbrio ecológico.

Essa economia combinava com uma reduzida criação de gado nas áreas abertas e a existência de pouquíssimos centros urbanos de certa importância, como Iquitos, Leticia, Manaus, Óbidos, Santarém e Belém do Pará.

No entanto, especialmente nas últimas duas décadas, a ocupação do território adquiriu novas características que claramente entram em conflito com a preservação do meio ambiente.

A criação da Zona Franca de Manaus teve como resultado um crescimento demográfico sem precedentes na região, e esse impacto foi complementado com a atividade de garimpeiros e empresas mineradoras no amplo arco que acompanha a vertente sul do maciço das Guianas e nas bacias dos afluentes da margem direita do Amazonas. O garimpo, em particular, teve conseqüências graves do ponto de vista ambiental, devido à contaminação por mercúrio dos rios amazônicos.

A isso se somou o avanço da pecuária, trazendo consigo as grandes queimadas destinadas a eliminar a vegetação arbórea para abrir espaço às pastagens, e mais recentemente à atividade das madeireiras, que exploram as madeiras nobres requeridas pelos mercados consumidores dos países ricos.

A proliferação de centros urbanos, cada vez mais numerosos, cria novas necessidades de terras agrícolas próximas, e o resultado global dessa situação é que dez por cento da área total amazônica já foi desmatada.

Os riscos dessa ocupação desorganizada foram postos em evidência em março de 1998, quando as queimadas feitas pelos agricultores no estado de Roraima saíram do controle humano, com a ajuda da seca que afetava a região desde novembro, e provocaram o mais grave incêndio registrado em terras amazônicas. Segundo o governador de Roraima, foram seriamente afetados 40 mil km² de campos abertos e 10 mil km² de florestas, enquanto técnicos do grupo ecológico Amigos da Terra calcularam que a quantidade de carbono liberada na atmosfera pelo incêndio foi equivalente à poluição produzida por todas as indústrias de São Paulo em dez anos.


Parque Nacional da Amazônia

Parque Nacional da Amazônia, situado no estado do Pará, no norte do Brasil e fundado em 1974, após o primeiro estudo completo da região amazônica. Possui 12.500 km² de densa selva úmida tropical junto à margem ocidental do rio Tapajós. A vegetação é muito variada, formada por palmeiras, seringueiras, mangues, samambaias, orquídeas e epífitas. Quanto à fauna, destacam-se os cervos, antas, os tamanduás, tatus, capivaras, botos (cetáceos de água doce), várias espécies de macacos, tucanos, araras e colibris. Atualmente, existe uma controvérsia no que se refere ao equilíbrio entre a conservação da região e a exploração de seus recursos.

Saindo da cidade de São Gabriel da Cachoeira - 820 quilômetros de Manaus - por uma estrada de barro ou por via fluvial, num trajeto muito mais longo, os aventureiros alcançam o Pico da Neblina - o ponto mais alto do Brasil, com 3.014 metros.

Na cidade de São Gabriel há pessoas preparadas para acompanhar os interessados em conhecer o Pico da Neblina. O passo inicial é cruzar uma estrada de 85 quilômetros até o porto de Iá-mirim, de onde a saída é de barco, numa viagem que dura em média dois dias. A viagem de barco constitui uma aventura à parte.

Entrando pelo rio Caiaburis, nas proximidades da cidade de Santa Isabel do Rio Negro - a 450 quilômetros de Manaus - enfrentando forte correnteza, cachoeiras e corredeiras, o aventureiro cruza uma ampla vastidão de mata coberta e comunidades indígenas, sobretudo da etnia Tukano. Para ter acesso ao local, os interessados precisam de autorização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e Funai (Fundação Nacional do Índio).

No município de presidente Figueiredo - a cerca de 100 quilômetros de Manaus - há também muitos atrativos a espera dos aventureiros. O município é conhecido por suas cachoeiras, pela festa do Cupuaçu, pela proximidade com a tribo Waimiri-Atroari e pelo lazer que as corredeiras do rio Urubuí oferecem. Nessas corredeiras é comum a prática do rafting e do rapel, praticado nas encostas da gruta do Maroaga. No lago de Balbina tornou-se conhecido a pesca do Tucunaré e Piranha, espécies de peixes carnívoros. A pesca pode ser feita durante todo o ano e o acesso é feito de Manaus pela BR-174.

Você sabe que poderá ir ao Caribe de carro partindo de qualquer qualquer lugar do Brasil?

NÃO! Você poderá fazer uma viagem desde a sua casa até o Caribe de carro, basta apenas que você disponha de algum tempo, espirito de aventura, um carro em ótimas condições de uso e boa companhia. Veja como você pode fazer esta viagem.


ROTEIROS:

01 - Dependendo de onde você parte você terá a opção de passar por Brasília/DF rumo à Belém/PA transitando pela Rodovia Belém/Brasília com 2.120 Km de extensão. Você passará pelos Estados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Pará.

02 - Você poderá optar por passar pelo Litoral Nordestino, neste caso, a distância de São Paulo até Belém/PA serão 2.933 Km passando por inúmeros Estados da Região Nordeste, com um Litoral Deslumbrante.

03 - De qualquer parte do Brasil chega-se em Manaus, por via aérea. Todas as principais Companhias Aéreas Nacionais possuem vôos diários para Manaus. O Aeroporto Eduardo Gomes de Manaus é um aeroporto moderno e com boa infra-estrutura de atendimento ao turista. A partir de Belém/PA chega-se à Manaus/AM através de Barcos e Balsas, são 72 (Setenta e Duas) horas navegando pelo Rio Amazonas, onde você terá a oportunidade de conhecer e navegar pelo maior rio do mundo em volume de água, conhecer as populações ribeirinhas, o encontro da águas formado pelo Rio Negro e Solimões, até chegar em Manaus/AM, uma metrópole no coração da Selva Amazônica.

Manaus é uma cidade moderna, com uma ótima infra-estrutura hoteleira, bons restaurantes várias atrações turísticas e uma vida noturna intensa, enfim, todo o conforto que uma cidade de grande porte tem a oferecer.

De Manaus chega-se ao Caribe viajando pela Rodovia BR 174 - Brasil e Carretera Panamericana - Venezuela. São 2.138 Km de Manaus até a cidade de Puerto La Cruz/VE, mas as atrações da viagem começam a apenas 100 Km de Manaus, no município de Presidente Figueiredo, que possui um grande número de belas cachoeiras de águas límpidas e geladas que nascem dentro da Selva Amazônica.

Passa-se pela Reserva dos Índios Ianomamis e logo atinge-se a Linha do Equador, a linha imaginária que divide os dois hemisférios. Após 759 Km chega-se a Capital de Roraima - Boa Vista - uma Capital com ares de Interior. Planejada em forma de leque, com muitas opções de Hotéis, Restaurantes e diversos outros atrativos.

A viagem rodoviária é longa, mas é uma viagem inesquecível, pois ela reserva ao viajante uma grande quantidade de atrativos turísticos naturais de fácil acesso e ao longo da rodovia. Você terá a oportunidade impar de viajar pela Floresta Amazônica, conhecer a sua magnitude e todo o seu complexo hidrográfico, Rios de Águas límpidas. Alem das cachoeiras de Presidente Figueiredo tem-se a oportunidade de conhecer as cachoeiras de Caracaraí, Pacaraíma e Uiramutã já no Estado de Roraima, onde você poderá conhecer o Monte Caburaí o ponto mais Extremo do Norte do Brasil, localizado no Parque Nacional do Monte Roraima, no município de Uiramutã na fronteira do Brasil com a Guiana, onde nasce o Rio Uailã com corredeiras fantásticas.

Devemos destacar as savanas Venezuelanas que é uma extensa zona de transição entre a Floresta Amazônica - Brasil e a Floresta tropical Venezuelana. Nesta região estão os pontos mais altos entre Brasil/Venezuela/Guiana, composta por serras, animais e inúmeras outras atrações que certamente te farão perder o fôlego.

Já na Venezuela tem-se a cidade Santa Elena a 1000Km de Manaus. Depois teremos as cidades de Puerto Ordaz e Puerto La Cruz que são cidades com muitos atrativos turísticos e boa infra-estrutura para o viajante. Puerto La Cruz está a aproximadamente 2.138 Km de Manaus, com isso teremos chegado ao Mar do Caribe que tem lindas Praias e boa infra estrutura para o turista.

A partir de Puerto La Cruz pode-se optar por conhecer a Isla Margarita, cuja travessia é feita de Balsa. Mas se você quiser chegar ao Caribe de Ônibus tens a opção de fazer o percurso em modernos ônibus com linhas Regulares explorados pela Empresa de Ônibus União Cascavel - EUCATUR em parceria com o Expresso Caribe da Venezuela, com saídas diárias. Agora se você quiser ir com uma excursão a ANTUR e a EUCATUR também oferecem pacotes turísticos a partir de Manaus com duração de 07 (sete) dias.

É importante que com 10 (dez) dias antes da viagem você tome a vacina contra Febre Amarela. Não esquecer de incluir entre seus documentos o comprovante de vacinação porque durante a viagem ela será pedida, tanto no Brasil quanto na Venezuela.

A moeda Venezuelana é o Bolívar, por essa razão é importante fazer o câmbio antecipado, de Reais para Bolívares, em Boa Vista ou na cidade de Santa Elena. Poderá levar alguma reserva em Dólares Americanos. Conheça o Amazonas e por extensão toda a região norte do Brasil e o Caribe. Boa Viagem!


Para mais Informação sobre a Amazônia:

Cristalino Jungle Lodge
Informação sobre viagem, trekking, aventura, expedição,hotel e pescaria esportiva.

Pesquise Amazônia colombiana na Universidade dos Andes
Site sobre a Colômbia, pontos turísticos e parques da região, incluindo roteiros para viagens com temas aventureiros e ecológicos. Roteiros para a Amazônia e informações técnicas sobre a flora local de cada roteiro mencionado.




Você tem algum comentário sobre este artigo? Gostaria de acrescentar sua empresa? Escreva agora.
Se você quiser, pode imprimir.

W73 | Comunidade | Novidades | Mochilão | Sorteios | Galeria | Dicas
Contacte o webmaster se você tiver qualquer problema com este site.
© Todos os direitos reservados para W73 Internet Ltda.