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Roteiros de Ecoturismo no DF | |
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Almoço na roça,
com leitoa à pururuca, frango caipira, marreco ao molho de
laranja entre outros. Pesque e Pague, piscina de água corrente,
esportes, colônia de férias, projeto educacional "Agrociência".
Sempre aos sábados, domingos e feriados. Telefone: (61) 500-5069, Fax: (61) 272-1480 Pesque-Pague "Peixe Vivo" - Fazenda de recreio. Passeio à cavalo e de charrete. Trilha ecológica. Quadras poliesportivas e restaurante. Engenho, roda d'água, forno, casa de farinha e tear manual. Aberto aos sábados, domingos e feriados. Telefone: (61) 500-6219. Área rica em vegetação e em cursos d'água, com várias quedas e piscinas naturais. Possui um clube campestre, o Country Clube Saia Velha, só para associados, e o Balneário Saia Velha, com piscinas, poço para mergulho com 30 metros de profundidade, camping, churrasqueira, playground, viveiros e minizôo, campo de futebol, sala de sinuca e restaurantes. É cobrado o ingresso. Saia Velha fica a 35 km de Brasília, com acesso pela BR-040, até o monumento Solarius. Na altura do quilômetro cinco, entrar à esquerda e seguir seis km por estrada de terra. Telefone: (61) 223-5838. Restaurante Rural-A Leitoa à Pururuca mineira com segredos e especiarias francesas é o carro chefe de um cardápio singular, feito especialmente para Brasília. Ampla área de lazer, parque infantil, viveiro de animais silvestres. Almoço: 3ª feira à domingo. Jantar: (somente com reserva): 3ª feira à sábado. Telefone: (61) 983-4853, Fax: (61) 356-5575 Produção e comercialização de leite de cabra e seus derivados, com venda permanente de queijos do tipo chancliche, boursin e frescal, além de doces e iogurtes diversos. Telefone: (61) 987-7760/500-0056 Comercialização e criação de cavalos da raça Piquira. Atende grupos fechados, mediante reserva prévia. Programa de atividades educacionais e esportivas, com refeições inclusas. Serviços de hotelaria e treinamento para eqüinos. Telefone: (61) 981-7687, 988-0902, 501-1484, 272-2916. Nasceu com o nome de São Sebastião dos Cristais, uma referência às grandes jazidas de cristal de rocha encontradas pelos bandeirantes no século XVIII. Pertencia à antiga comarca de Santa Luzia, hoje Luziânia, e passou a se chamar Cristalina em 1918, quando obteve sua emancipação administrativa. Possui solo rico em cristais, cuja venda é uma das principais ocupações do comércio local, e vários rios que formam cachoeiras e piscinas naturais, como a Cachoeira do Arrojado e Topázio. Outros pontos turísticos são a Pedra do Chapéu do Sol; a Pedra dos Amores, nos antigos garimpos de Serra Velha; a Igreja de São Sebastião; o Museu da Cidade, com animais da região; e um museu particular, com uma coleção de moedas nacionais. Possui dois hotéis e algumas pensões, além de vários restaurantes. Sua população urbana está estimada em 19 mil pessoas e a rural em cerca de cinco mil. As principais festas da cidade são as do Padroeiro São Sebastião, em 20 de janeiro; a Semana Ruralista, em maio, com exposições e shows sertanejos; e o Dia do Garimpeiro Cristalinense, em 16 de maio. Cristalina fica a 120
km de Brasília, com acesso pela BR-040, saída sul. O
endereço da prefeitura é Praça José Adamian,
CEP 77210. Museu da Casa Rural, almoço na roça, café rural, encontros, confraternização, aniversários e roteiros pedagógicos para escolas etc. Atendimento mediante reserva e somente para grupos fechados com no mínimo de 20 pessoas. Telefone: (61) 987-1544, Fax: (61) 272-1209. Pioneira no DF, o Hotel
Fazenda recebe grupos fechados de no mínimo 25 pessoas, com
exclusividade. O Hotel Mirim organiza colônias de férias
desde 1982. Telefone: (61) 984-7282, 344-2766. É a única lagoa natural do Distrito Federal. Suas margens servem de refúgio para os animais silvestres, pois são cercadas e cobertas de vegetação típica do cerrado, como pequenas árvores e buritis. Tem valor histórico por ter marcado a passagem da Missão Cruls em 1892. Mede 5 km de perímetro e aproximadamente 800 metros de largura. Fica a 6 km de Planaltina e a 39 km do Plano Piloto. Acesso pela BR-020, saída norte, até a interseção com a DF-13. Logo após a entrada para Planaltina, entrar à esquerda e seguir três km por estrada não-pavimentada. Suas águas límpidas são renovadas por lençóis subterrâneos. Fica entre duas elevações e possui cerca de 18 km de extensão, 500 metros de largura e profundidade média de dez metros. Suas margens formam pequenas praias, apropriadas para banho e também para a prática de esportes como windsurf e canoagem. A sua volta existem chácaras e o clube Lagoatur, com restaurante, cabanas para hospedagem, barcos, pedalinhos e quadras esportivas. Fica a 65 km de Brasília, com acesso pelas BR-020 e 030, até as rodovias DF-015 e GO-118. Telefone: (61) 224-7758. Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), com diploma do Ibama e apoio da Fundação Pró-Natureza (FUNATURA). Considerada um paraíso energético na região dos cristais, fica a 11 km de Cristalina e a 100 de Brasília. São 500 hectares de cerrado nativo, animais, pássaros e vinte cachoeiras de água cristalina. É preciso autorização para entrar. Telefone: (61) 274-0461. Localiza-se a noroeste do DF, na APA da Cafuringa. É formada por cursos de águas límpidas que correm sobre lajeados e degraus de pedra, criando seis cachoeiras, um salto, dois poços e diversas piscinas e duchas naturais. O relevo é bastante acidentado e a vegetação é típica do cerrado, com árvores esparsas e matas ciliares ao longo do Córrego Cupins. Fica na Chapada da Vendinha, a 44 km do Plano Piloto, dentro de propriedade particular. Um dos acessos é pela saída norte, em direção a Sobradinho, até o balão do Posto Colorado. Seguir em direção à EPTC, rumo a Brazlândia, até o fim do asfalto (cerca de 13 km), e prosseguir por mais 20 km até encontrar uma entrada à direita. Maior produtor de ovos de codorna do Distrito Federal, fornecendo-o "in-natura" ou descascado, além de codornas abatidas. Casa grande atrai por sua filosofia de trabalho, suas obras sociais e agroindústria derivada de hortifrutigranjeiros da região. Além disso, a comunidade sedia Vulkânia, uma cidade barroca em miniatura, feita de terra de formigueiro e cimento e concebida pelo artista Fábio Ferrer em homenagem às cidades históricas de Minas e à arte colonial brasileira. Telefone: (61) 500-1855, 443-8569, 989-1855; Fax: (61) 244-1855. Área pública onde o córrego Pipiripau forma várias cascatas, numa extensão de 100 metros. A maior delas tem um metro e meio de altura e forma uma piscina natural. Está localizada a 58 km do Plano Piloto, perto da cidade de Planaltina, com acesso pela saída norte (BR-020), até o km 19, onde se entra à direita, seguindo a DF-410 (placa do Colégio Agrícola). Ao final da DF-410 são sete km de estrada de terra. Fica em frente à placa "Taquara". O rio que percorre a Chapada da Vendinha rompe uma rocha de quartzo e forma um grande poço de águas límpidas e azuladas, cascatas, corredeiras, cachoeiras e uma caverna inundada pelas águas. O terreno é acidentado e oferece uma vista panorâmica da Chapada. Fica em propriedade particular, e cobra-se ingresso. Existem dois acessos: pela saída norte, até o balão do Posto do Colorado, seguindo em direção a Padre Bernardo até o fim do asfalto e prosseguindo por 14 km de estrada de terra até uma pequena placa que indica a entrada à esquerda; ou pela Via Estrutural, em direção a Brazlândia, até a estrada para a estação da Radiobrás. Entrar à direita, seguir até uma bifurcação após o Texas Montaria Country Clube, entrar novamente à direita e seguir até localizar a placa indicativa. Telefone: (61) 233-5981. Só quem conhece
Minas Gerais, sabe o que é o seu sabor. Aqui em Brasília,
o tradicional Sabor de Minas tem fica no Rancho Canabrava. Você
vai encontrar um buffet mineiro completo com uma grande variedade
de pratos. Tem lingüiça caseira, torresmo, mandioca frita,
tutu e couve mineira, angu de milho verde, vaca atolada, pernil assado,
frango ao molho pardo, tudo acompanhado de uma boa cachaça
da terra. Telefone: (61) 591-1694. Produção e comercialização de flores e arranjos naturais, mudas de espécies ornamentais, doces, biscoitos, conservas, polpas e sucos de frutas. Recebe grupos sob reserva prévia. Telefone: (61) 973-5114, 986-9651, 540-1144. Espaço para eventos: cursos, treinamentos, casamentos e confraternizações. Salão para 300 pessoas, churrasqueira, piscina, lindos jardins etc. Recebe grupos através de reservas. Telefone: (61) 501-1555, 986-2497. Lombo com farofa, torresmo, frango ao molho pardo e outras delícias da cozinha mineira, acompanhadas das melhores cachaças do país. Leitoa à Pururuca sob reservas com uma semana de antecedência. Trilha ecológica, queda d'água. Funcionamento: sexta, sábado, domingo e feriado para almoço. Telefone: (61) 500-1600. Local de grandes belezas naturais, Possui água limpa e cristalina, com leito pedregoso e levemente acidentado. Localiza-se próxima ao Lago sul, com acesso pela QI 23, em direção ao Jardim Botânico. No trevo, pegar a Df-140, seguir cinco km e entrar à direita. Fica a aproximadamente 35 km da Rodoviária do Plano Piloto. Localizada a cerca de 400 km de Brasília, perto da divisa entre Goiás e Bahia, a pequena cidade goiana de São Domingos, de apenas 6.500 habitantes, está atraindo um número crescente de visitantes. O motivo é uma fantástica e diversificada concentração de cavernas e cachoeiras, com dezenas de km de galerias e salões, cortados por grandes rios subterrâneos, onde a beleza natural se alia à fauna exótica e às surpresas provocadas, entre outros fenômenos, por estalagmites que chegam a 14 metros de altura e pérolas que se formam a partir de gotejamentos sobre as rochas. Mais de cinqüenta grutas já foram catalogadas, mas o número não pára aí. O Grupo de Espeleologia da Geologia da Universidade de Brasília (GREGEO) estima que elas ultrapassem duas centenas e considera São Domingos a região brasileira com maior potencial de exploração de cavernas. Cinco sistemas já são conhecidos: Angélica-Bezerra, São Vicente, São Mateus, Terra Ronca e São Bernardo-Palmeiras. São Mateus, formado
pelas grutas Matilde I, II e III, que atingem uma extensão
de mais de vinte km, é o maior deles. O sistema de acesso mais
fácil é o Terra Ronca, procurado pelos romeiros, especialmente
no dia da festa mais importante de São Domingos - a procissão
de Bom Jesus da Lapa - , para pagar promessas e realizar batizados
e até casamentos. A melhor época para visitar as cavernas
é de julho a setembro. |
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