A história da cidade de Brotas está intimamente
relacionada com a expansão do café das décadas
de 20 e 30, quando recebeu grande quantidade de imigrantes italianos.
A crise da cafeicultura trouxe um período de estagnação
econômica e despovoamento para a região.
Por volta de 1839, foi construída uma capela, onde é
atualmente a Igreja de Santa Cruz, dando origem à primitiva
povoação local.
O território, inicialmente, pertencia a sesmaria da região
de Araraquara e era cortado pelas trilhas de expansão de
Minas para o interior do Estado.
Brotas
tornou-se distrito de Araraquara em 1.858 e cidade em 1.859.
A
origem do nome BROTAS tem quatro hipóteses: Brotas de
olho/brotas d'água; brotas de broto de capim/mato que
brotava após pousadas dos trilheiros, Brotas como derivativo
de "bolotas", bolos característicos fabricados
no lugar.
A quarta e mais provável vem das origens da fundadoras
de Brotas. Sendo dona Francisca Ribeiro dos Reis descendente
de portugueses católicos devotos de Nossa Senhora das
Brotas, em Portugal, teria prestado homenagem à santa,
dando seu nome à cidade.
Na capela de Santa Cruz existe uma imagem, do século
XIX, da referida Santa. Brotas teve sua fase de melhor desenvolvimento
nas décadas de vinte e trinta, época de expansão
do café para o interior paulista.
Atualmente,
o município ainda possui uma economia predominantemente
agrícola. Considerando-se a tradição agropecuária
e os recursos naturais do município: cachoeiras, matas
preservadas, serras e rios, a economia turística, com
base no ecoturismo, turismo de aventura e no turismo rural tem
se tornado outra atividade de destaque e importância para
a economia local.
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