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Parque
Nac. da Serra da Bocaina - SP/RJ |


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Turismo
Rural
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Entre as turbulentas metrópoles de São Paulo e do Rio de Janeiro,
existe um lugar onde reina a tranqüilidade de um cenário que
nos remete ao passado. O caminho aberto pelos índios, ligando
o litoral fluminense ao Vale do Paraíba, guarda as pegadas de
antigos bandeirantes e tropeiras e dos atuais aventureiros.
E aventura é o que não falta nesta preciosa faixa de Mata Atlântica
da Serra do Mar. A natureza mistura-se às marcas da riqueza
trazida pelo apogeu do café e estagnada com seu declínio.
O Parque Nacional da Serra da Bocaina foi criado em 1972 pelas
autoridades militares com o intuito de proteger a população
das principais cidades da região, caso houvesse um acidente
nas usinas Angra I e Angra II. As escarpas da Serra do Mar,
forradas por vegetação nativa, funcionariam como um escudo protetor.
Hoje, os 100.000 hectares do parque protegem a mais rica amostra
de Mata Atlântica do país.
Endereço para contato: Rodovia Estadual da Bocaina (SP-221),
São José do Barreiro -SP
CEP 12830-000 tel: (12) 577-1225
Localização
O Parque Nacional da Serra da Bocaina localiza-se na Serra do
Mar, na divisa entre São Paulo e Rio de Janeiro. Pertence aos
municípios de Areias, Cunha, São José do Barreiro e Ubatuba,
todos em São Paulo, e Parati e Angra dos Reis, ambos no Rio
de Janeiro.
Para chegar até lá, pegue a Via Dutra, a partir de São Paulo
ou do Rio, até Queluz. Daí, pegue a SP-066 até Areias e ao chegar
a São José do Barreiro, percorra mais 27 km por estrada de terra
até a entrada do parque.
Clima
O clima da região é tropical superúmido, com temperatura média
anual de 23°C. O período de menos chuvas vai de maio a agosto,
quando também as temperaturas são bastante baixas.
Aspectos naturais
Entre os maciços da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira,
a paisagem que varia de altas montanhas até praia, possui uma
impressionante variação de temperatura. O relevo acidentado
favorece a formação de cachoeiras nos cursos que formam a bacia
do Rio Mambucaba.
A vegetação da Mata Atlântica está representada por árvores
de grande porte como o murici, diversas palmeiras, embaúbas,
canelas e baguaçus. Acima de 1.500 m encontramos o cedro, o
pinheiro-bravo e araucárias, entre outros. Além disso, bromélias
de vários tipos espalhassem pelo parque.
A anta, o macaco-prego, a preguiça, o bugio, o mono-carvoeiro,
raras onças e o sagüi estão entre os principais mamíferos. O
parque guarda algumas espécies de aves ameaçadas de extinção
como a harpia, o gavião pega-macaco e o gavião-de-penacho.
Atrações
Abrigando a maior extensão contínua de Mata Atlântica do país,
o parque possui diversas espécies de animais e vegetais, além
de cachoeiras em meio à mata fechada, como a dos Veados. Ela
pode ser apreciada por quem faz a Trilha do Ouro, uma caminhada
de 3 dias passando por lugares históricos, ligando São José
do Barreiro a Parati. Existem muitas outras trilhas e para conhecê-las
é preciso da autorização do Ibama. Fora a beleza natural, construções
históricas espalham-se pelo parque, como por exemplo a Pharmacia
Popular (1830), em Bananal, a mais antiga em funcionamento no
Brasil.
Uma boa vista da região é oferecida do alto do Pico do Tira
o Chapéu, no Morro da Boa Vista, com 2.200 m. O parque ainda
engloba as praias de Caxadaço, do Meio e a Ilha do Tesouro,
na região de Trindade.
Infra-estrutura
O parque possui uma sede administrativa e uma pousada dentro
de seus limites. São José do Barreiro, a 27 km do parque, e
Bananal contam com hotéis e pousadas bem equipados.
Clima:
Subquente úmido de 3 meses secos - Tropical
Temperatura:
média anual 20 a 22°C
máxima absoluta 36 a 38°C
mínima absoluta 0 a 4°C
Perímetro:
385 km
Relevo:
Montanhoso
Vegetação:
Floresta Ombrófila Densa - Floresta Atlântica - Vegetação Secundária
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